É possível fazer diferente

 

“Meus pais têm guarda compartilhada, significa que eu tenho tempo igual para ouvi-los reclamar um do outro”

 

Em um divórcio litigioso, a criança muitas vezes passa a ser motivo de disputa entre os pais e a ser usada como moeda de troca nas provocações e agressões entre eles, tornando-se a maior vítima da ruptura .

As consequências à criança são inúmeras, principalmente no campo emocional!  

A prática colaborativa, uma forma de resolução de conflitos fora do judiciário, conta com uma equipe multidisciplinar  formada por advogados e psicólogos que atuam em conjunto para ajudar as partes a solucionarem todas as questões do divórcio, sempre com uma visão prospectiva. Especificamente com relação as crianças, uma psicóloga infantil pode ser chamada para dar voz a parte tão frágil auxiliando a amenizar todo desgaste emocional a que as crianças estão constantemente expostas.  Acredite o divórcio põe fim ao casamento, mas não a família. É possível fazer diferente.

 

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